
Na véspera, colocar o feijão borlotti de molho em água fria abundante durante 12 horas. No dia seguinte, escorrer e lavar bem em água corrente.
Colocar o feijão numa panela grande coberto com água fria (5 cm acima dos grãos), juntar as folhas de louro e cozinhar em lume médio durante 70–80 minutos, até os grãos estarem completamente macios. Reservar toda a água de cozedura e retirar as folhas de louro.
Picar finamente a cebola, a cenoura e o aipo em cubos pequenos. Num tacho largo, aquecer o azeite em lume médio, juntar os alhos esmagados e a pancetta e refogar 2–3 minutos até a pancetta começar a alourar.
Adicionar os legumes picados e cozinhar em lume médio-baixo durante 8–10 minutos, mexendo regularmente, até amolecerem. Incorporar a polpa de tomate, temperar ligeiramente com sal e pimenta e deixar apurar 5 minutos.
Transferir o feijão cozido para o tacho e misturar bem. Retirar 2 conchas da mistura de feijão com um pouco de caldo, triturar com a varinha mágica até obter um creme homogéneo e devolver ao tacho — este passo confere a textura cremosa característica do prato.
Verter caldo de cozedura do feijão em quantidade suficiente para cobrir generosamente o preparado (aprox. 800 ml a 1 litro). Deixar ferver, ajustar o sal e juntar os ditalini rigati diretamente no tacho. Cozinhar em lume médio, mexendo frequentemente para evitar que a massa pegue, até estar al dente conforme as instruções da embalagem.
Apagar o lume, picar finamente as folhas de alecrim e misturar. Tapar o tacho e deixar repousar 3–4 minutos — a consistência deve ser densa e cremosa, não aguada. Servir de imediato em tigelas fundas, com um fio de azeite cru e pimenta preta moída na hora.