
Colocar as batatas inteiras com casca numa panela com água fria e sal grosso. Levar a lume alto até ferver, depois baixar para médio e cozinhar 30–35 minutos até estarem completamente macias ao espeto. Escorrer, descascar ainda quentes e passar imediatamente pelo esmagador de batatas para uma superfície de trabalho limpa. Deixar o vapor dissipar-se durante 5 minutos.
Distribuir a farinha por cima do puré morno, abrir um espaço ao centro, adicionar o ovo e uma pitada de sal. Incorporar com as mãos de fora para dentro, trabalhando a massa apenas até ficar homogénea e macia — evitar amassar em demasia para que os nhoque não fiquem borrachudos. Se a massa colar, adicionar farinha aos poucos.
Dividir a massa em 6–8 porções. Rolar cada porção sobre a bancada enfarinhada até formar um rolo com cerca de 2 cm de diâmetro. Cortar em pedaços de 2–3 cm. Para as estrias tradicionais, passar cada nhoque levemente sobre os dentes de um garfo. Dispor num tabuleiro polvilhado com farinha sem sobrepor.
Para o molho: aquecer o azeite numa frigideira larga em lume médio. Adicionar os dentes de alho ligeiramente esmagados e deixar alourar 1–2 minutos, sem queimar. Juntar o tomate pelado, esmagando-o com uma colher de pau. Temperar com sal, mexer e cozinhar em lume médio-baixo durante 15–20 minutos até o molho reduzir e concentrar o sabor. Retirar o alho e adicionar metade do manjericão rasgado à mão.
Encher uma panela grande com água abundante, levar a ferver vigorosamente e temperar generosamente com sal grosso. Cozer os nhoque em duas ou três levas para não sobrelotar a panela — assim que subirem à superfície, esperar mais 30 segundos e retirar com uma escumadeira.
Transferir os nhoque diretamente para a frigideira com o molho de tomate quente. Envolver suavemente em lume baixo durante 1–2 minutos para que absorvam o molho. Servir de imediato com parmesão ralado por cima e as restantes folhas de manjericão fresco.